Geninho ignora polêmica com VAR e destaca merecimento do Avaí pelo título: "Está em boas mãos"
Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Geninho ignora polêmica com VAR e destaca merecimento do Avaí pelo título: "Está em boas mãos"

Último pênalti batido pela Chapecoense foi checado pela arbitragem de vídeo, que confirmou a não-entrada da bola; técnico avaiano relembrou campanha dominante do seu time durante o Catarinense

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Bruno da Silva

Em um jogo muito equilibrado, o Avaí venceu a Chapecoense na decisão por pênaltis e conquistou o Campeonato Catarinense pela 17ª vez, a primeira desde 2012. Neste domingo (21), após o 1 a 1 no tempo normal, o Leão venceu por 4 a 2 nos pênaltis para garantir a taça na Ressacada.

É campeão! Avaí vence Chapecoense nos pênaltis e conquista Catarinense

O técnico Geninho, destacou a campanha dominante do Avaí no Campeonato desde a fase de classificação - 12 vitórias, cinco empates e três derrotas, melhor ataque e também melhor defesa somando todas as partidas.

"Fui apenas mais uma peça da engrenagem que tentava ajudar na teoria. O mérito total é dos jogadores. Eles acreditaram no projeto, no sonho, e aproveitaram as oportunidades. Na final perdemos nosso artilheiro e depois o Igor. O time se superou. Se não foi a melhor partida, foi a mais equilibrada. A Chapecoense chutou apenas duas vezes. O campeonato ficou em boas mãos. Se fez justiça a favor da melhor equipe. Que teve o maior número de pontos, o melhor ataque e a melhor defesa. A reta final ficou pesada. Quatro equipes de camisa forte. Passamos pelo Criciúma e depois aqui também nos pênaltis", analisou.

A Chapecoense saiu do gramado reclamando da arbitragem. No último pênalti cobrado por Bruno Pacheco, da Chape, a bola bateu no travessão e quicou antes de ir para longe do gol. O árbitro Bráulio da Silva Machado chegou o VAR, mas não mudou a marcação inicial, que era de que a bola não havia entrado. A diretoria do time do Oeste reclamou e afirmou que iria pedir a anulação da partida.

Geninho rechaçou as reclamações da Chapecoense e reforçou o merecimento do Avaí na conquista deste título.

"É uma maneira de dar desculpa à torcida. De maneira alguma se contesta o VAR, senão vira várzea. Eu não posso dizer se entrou ou não. O bandeira disse que a bola não entrou. O juiz tinha dúvida e pediu o auxílio. Demorou um pouco e foi olhado de tudo que foi ângulo. Ela tem que entrar toda. E o VAR cravou que não entrou. Mas se tivesse entrado era apenas o Moritz fazer o gol na quinta cobrança e seríamos campeões. Quem sabe o TJD-SC diz que a bola entrou e vamos voltar aqui. Coloca o goleiro deles, o Moritz bate o pênalti, faz o gol e seremos campeões do mesmo jeito​​​​​​​", declarou.

O Avaí agora foca no Campeonato Brasileiro, onde estreia no sábado (27) diante do Atlético-MG, no Independência, às 19h.

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