Lucas di Grassi afirma que bom retrospecto da Audi em Berlim não deve ser levado em consideração
Foto: Divulgação/Formula E

A sexta temporada da Fórmula E já tem data e local para retornar: seis provas, divididas em três rodadas duplas entre os dias 5 e 13 de agosto, no Aeoporto de Tempelhof, em Berlim.

E o local trás boas lembranças para a Audi e o piloto brasileiro Lucas di Grassi, que ainda sonham com os títulos de piloto e equipe da competição.

A Audi esteve presente em todos os pódios das provas disputadas anteriormente em Berlim, mesmo com a desclassificação de Lucas di Grassi após a vitória na corrida realizada na primeira temporada.

Nos dois últimos anos, duas vitórias: em 2018, dobradinha com Daniel Abt em primeiro e o brasileiro em segundo, e no ano passado, Di Grassi subiu no degrau mais alto do pódio.

Apesar disso, Di Grassi está cauteloso, afinal de contas, serão seis provas em nove dias, e com três layouts distintos, e isso após uma pausa de pouco mais de quatro meses. 

“Nossa equipe realmente tem um bom entendimento sobre o acerto naquela pista. Mas é bom lembrar que serão usados três traçados diferentes e isso traz uma perspectiva diferente em cada corrida que vamos realizar lá”, avaliou Di Grassi.

“Nós sempre vamos para a pista sem considerar o retrospecto. O ideal é brigar pelo melhor resultado sem olhar o passado. O que passou, passou. Agora é hora de fazer nova história. Mas será difícil, especialmente por que teremos seis corridas em poucos dias, isso também será uma experiência nova para todos”.

Após cinco provas disputadas da sexta temporada, Lucas di Grassi ocupa a quinta colocação no campeonato com 38 pontos, 29 a menos do que o líder Antonio Félix da Costa, da DS Techeetah.

Di Grassi acredita que seis provas realizadas em apenas nove dias trará pressão extra para todos. “Acho que na verdade podemos ter surpresas em algumas corridas em termos de desempenho. Mas de forma geral, eu estou confiante de que temos uma boa chance de avançar na pontuação e brigar por pódios. Será um período de muita pressão sobre todo mundo, mecânicos, engenheiros e pilotos."

"Mas, no nosso caso, tudo vai também depender de como o desenvolvimento do nosso carro avançou, por que tínhamos questões para resolver, para estar no mesmo ritmo dos carros que estavam sempre entre os primeiros”, finalizou.

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