Após derrota, Soares/Melo reconhecem méritos de compatriotas: "Jogaram melhor"
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Após derrota, Soares/Melo reconhecem méritos de compatriotas: "Jogaram melhor"

Favoritos ao título do Rio Open, cabeças de chave número um analisaram a partida e assumiram a superioridade de Bellucci e Rogerinho

lucasoliveira
Lucas Oliveira

Favoritos ao título de duplas no Rio Open 2019, Bruno Soares e Marcelo Melo foram eliminados nas quartas de final pelos compatriotas Thomaz Bellucci e Rogério Dutra Silva e deram adeus ao sonho do título do Aberto do Rio de Janeiro.

Após o jogo, os cabeças de chave do torneio falaram sobre a derrota para os compatriotas, analisaram o desempenho e deram méritos aos jogadores de simples.

Eu acho que realmente eles jogaram muito bem, independentemente se são brasileiros ou não. Eu acho que eles entraram de maneira relaxada, são jogadores de simples, estão praticamente sem compromisso no torneio. Às vezes conta, acho que contou a favor deles hoje. Acho que a gente jogou bem melhor que ontem e foi um grande jogo em todos os aspectos, pra ser bem sincero eu nunca vi o Thomaz jogando tanto duplas como hoje”.

Também questionado sobre o desempenho, os favoritos analisaram a derrota e mais uma vez elogiaram os compatriotas que vão disputar vaga na final do Rio Open.

Da minha parte, acho que a porcentagem do primeiro saque, ontem e hoje foi baixa e acaba ficando difícil jogar no saibro com segundo saque. Eu acho que hoje a gente devolveu bem, mas não conseguimos capitalizar nas devoluções, na grande maioria das vezes, por mérito deles, eles jogaram muito bem com a segunda bola. Acho que foi muito mais mérito deles do que alguma coisa que a gente poderia fazer”.

Encerrando, Melo falou sobre a parte física, após lesão sofrida no início do ano. O número 12 do ranking mundial de duplas disputou apenas quatro jogos no ano, mas afirmou que está bem fisicamente, apesar das críticas sobre o seu ritmo de jogo

.“Estou 100%, não acho que está faltando ritmo. Me crucificaram na Copa Davis falando que eu estava sem ritmo. Perdi um torneio, mas não é um torneio que vai me deixar sem ritmo, a questão é que tem dia que a gente joga bem, outro que a gente joga mal. Eu acho que eu venho jogando cada vez melhor. O tênis é assim, a gente pode perder também”.

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