Suécia bate Suíça pelo placar mínimo e vai às quartas de final após 24 anos
Suecos são a surpresa na Copa depois de saírem líderes do grupo com Alemanha e México (Foto: Divulgação/Svensk Fotboll)

Suécia bate Suíça pelo placar mínimo e vai às quartas de final após 24 anos

Em jogo equilibrado, os suecos inauguraram o placar somente na segunda etapa com Forsberg, camisa 10 e protagonista da Suécia durante o confronto

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Caio Pavoski
Suécia Olsen, Lustig, Lindelöf, Granqvist, Augustinsson, Svensson, Ekdal, Claesson, Forsberg, Berg e Toivonen. Técnico: Janne Andersson.
SuíçaSommer, Long, Djourou, Akanji, Ricardo Rodríguez, Behrami, Xhaka, Shaqiri, Shaqiri, Zuber e Drmic. Técnico: Vladimir Petkovic.

De olho na última vaga para as quartas de final da Copa do Mundo, Suécia e Suíça se enfrentaram na Arena São Petersburgo, nesta terça-feira (3). Surpresa na Copa, se sobressaindo em um grupo com Alemanha e México, os suecos saíram com a vitória e a classificação às quartas de final, o que não acontecia desde a Copa de 1994, há 24 anos.

Agora, os suecos aguardam a definição da outra semifinal entre Colômbia e Inglaterra. O vencedor do confronto, jogará no próximo sábado na Samara Arena, às 11h00.

Poucas chances e placar em branco

O duelo na primeira etapa, foi marcado pela disputa de velocidade e da força física. A Suécia foi quem iniciou o confronto pressionando os suíços, dificultando a saída de bola de bola da equipe adversária.

Com Forsberg, bastante acionado pelo lado esquerdo e caindo para o centro do meio de campo, o jogo passou a ser movimentado pelo camisa 10 sueco, que deu ritmo ao ataque e servia bolas para Berg, que assustou logo nos minutos iniciais ao receber uma bola na entrada da área e mandar pra fora.

Em um erro na saída de bola suíça, a marcação adiantada dos suecos surtiu efeito e Ekdal pegou sobra na entrada da área, emendou um chute de primeira, mas mandou para fora.

Do lado da Suíça, a dificuldade em avançar à frente e desenvolver as jogadas era clara. Nas tratativas ao ataque, o lateral-esquerdo Ricardo Rodríguez, era o principal nome, mas acabava sendo desarmado logo em seguida, visto que a recomposição da defesa sueca era rápida, não deixando espaços para um passe entre a marcação.

A partir da metade da primeira etapa, o confronto ficou equilibrado e as equipes não criaram tantas chances. Contudo, Berg recebeu lançamento de cara pro gol, emendou um chute de primeira, mas Sommer fez defesa providencial no canto.

Vendo a pressão da Suécia, os Suíços passaram a incomodar com o jogo pelas pontas, sendo Shaqiri o jogador de velocidade que desequilibrava as linhas de marcação recuadas dos suecos. Dzemailli, outro meio-campista presente na criação de jogadas suíças, ainda encontrou Zuber na entrada da área, que arriscou um chute forte, assustando o goleiro Olsen.

Ao final da primeira etapa, a Suíça ainda tentou se impôr no campo de ataque, mas abriu espaços para contra-ataques da Suécia e Lustig correu até a linha de fundo, cruzou para dentro da área e Ekdal mais uma vez mandou um chute pra fora, sozinho no meio da área. 

Placar inaugurado e retranca nos minutos finais

Nos 45 minutos finais, a Suíça que já vinha dominando na posse de bola, passou a incomodar a defesa sueca. Com bolas alçadas à área, o goleiro Olsen trabalhou em afastar o perigo de soco durante os sucessivos escanteios ou cruzamentos que eram concedidos aos suíços. 

Os suecos, por sua vez, trabalhavam no contra-ataque, com Forsberg sendo o principal jogador de ligação pela esquerda durante o contragolpe. Contudo, nos primeiros instantes tal jogada não surtiu efeito, a demora para a recomposição no ataque prejudicou os suecos que viam a Suíça mais ligada no jogo, e também, mais ofensiva.

Na metade da segunda etapa, o camisa 10 foi acionado novamente na ligação de contra-ataque, recebeu passe de Toivonen na meia lua, mandou um chute de fora da área, a bola desviou em Akanji e traiu o goleiro Sommer, morrendo no fundo das redes. 1 a 0 para a Suécia que já vinha equilibrando a posse de bola no confronto e criando as melhores chances desde a primeira etapa.

Atrás do placar, a Suíça passou a ser mais agressiva. O técnico suíço Valdimir Petkovic promoveu a entrada de Embolo, atacante rápido que passou a incomodar pelo lado esquerdo, enquanto Shaqiri era a peça-chave no lado direito. Contudo, as jogadas de bola rolando não predominavam.

Em batida de escanteio, Shaqiri cruzou e Embolo acertou um cabeceio forte, mas Forsberg tirou em cima da linha e Granqvist afastou o perigo. A Suécia, já se via encurralada dentro de seu campo de defesa e apostava no contra-ataque para ampliar o marcador.

Todavia, Janne Andersson promoveu alterações para segurar o resultado e abdicar de jogadas ofensivas. A Suíça se lançou ao ataque nos minutos finais, Seferovic ainda recebeu cruzamento de Ricardo Rodríguez, mas Olsen fez defesa providencial e evitou o gol de empate. 

No último minuto de acréscimo, a Suécia encaixou contra-ataque em velocidade, Olsson foi derrubado por Lang que recebeu cartão vermelho. Entretanto, ao consultar o VAR, o árbitro constou falta em cima da entrada da área, anulou o cartão vermelho para o defensor, mas o placar final já estava decretado. Toivonen bateu a falta direto, Sommer espalmou e o árbitro soprou o apito que garantiu os suecos nas quartas de final.

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