Celso Barros comenta rompimento entre Unimed e Fluminense: "Foram dias tensos e doloridos"

O candidato lançou, nesta segunda-feira (31), oficialmente sua campanha à presidência do Fluminense

Celso Barros comenta rompimento entre Unimed e Fluminense: "Foram dias tensos e doloridos"
(Foto: Marcello Neves/VAVEL)

Na noite desta segunda-feira (31), Celso Barros lançou, no Salão Nobre das Laranjeiras, oficialmente sua campanha para presidência do Fluminense. O evento foi grandioso, contando com presenças ilustres como o ex-presidente do clube Roberto Horcades, o ex-atacante Washington e o ex-meia Petkovic.

Durante seu discurso, Celso explicou o motivo do rompimento entre Unimed e Fluminense, ao final de 2014: “o mercado de plano de saúde entrou em dificuldades, arrastado pela economia brasileira que entrou em espiral de queda. O futebol brasileiro, por causa da má gestão de alguns dirigentes dos clubes, o esvaziamento dos estádios e outros tantos motivos, também entrou em grande dificuldade”, comentou.

Celso ainda comentou que, para ele, a separação foi mais doída. “Foram dias tensos, para mim de forma especial e dolorida. Até porque muitos bateram doído, como se bate em inimigos e nunca em companheiros de uma longa e magnifica viagem”, completou.

O candidato acredita que houve desprezo por todo o trabalho e disse que está preparado para enfrentar os novos desafios. “Contaram vantagens para desprezar todo trabalho e dedicação acontecidos nos 15 anos. Mas eu soube superar o golpe e estou pronto para novos desafios. Estou em paz”, garantiu.

 

Confira na íntegra o discurso de Celso Barros sobre o fim da parceria:

“Mas cá entre nós, que relações longas ou curtas não passam por crises? A todas elas sobrevivemos. O que falou mais alto foi o amor pelo Fluminense e o respeito pelo recurso dos operários. E assim seguimos, até que o mercado de plano de saúde entrou em dificuldades arrastado pela economia brasileira que entrou em espiral de queda. O futebol brasileiro, por causa da má gestão de alguns dirigentes dos clubes, o esvaziamento dos estádios e outros tantos motivos, também entrou em grande dificuldade. Chegou então o tempo da separação da parceria. Foram dias tensos, para mim de forma especial e dolorida, até porque muitos bateram doído, como se bate em inimigos e nunca em companheiros de uma longa e magnifica viagem. Poucos buscaram argumentos para dizer que ‘o final do patrocínio representava a libertação do fluminense’. Contaram vantagens para desprezar todo trabalho e dedicação acontecidos nos 15 anos. Mas eu soube superar o golpe e estou pronto para novos desafios. Estou em paz. A principal lição que recebi do patrocínio foi a minha primeira proposta de trabalho para o fluminense: criar e desenvolver um projeto de marketing esportivo”.